terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O grande reencontro.

Tantas coisas pra dizer neste espaço há tanto tempo abandonado...

Mas a verdade é que hoje eu não quero falar das coisas ruins que aconteceram. Vamos deixar isso para um dia mais melancólico. Hoje não. Hoje é dia de festa.

Hoje é o dia do grande reencontro.

Eu era pequena, muito pequena, e minha prima morava comigo. Minha prima foi a minha primeira irmã. Com ela compartilhei tudo durante a primeira infância: brinquedos, roupas e a atenção da mamãe. Foi com ela que aprendi a dividir. E foi com ela que aprendi a amar!

Mas, é claro... minha prima cresceu. E, como toda criança esperta, começou a questionar. Até hoje eu não sei explicar os porquês da história. Mas o fato é que minha prima foi morar com a mãe em outro bairro. E nossa convivência foi reduzida a encontros semanais. Ainda assim, ela sempre estava lá.

Pouco tempo depois, meu mundinho de poucos anos caiu. Minha "irmã" foi embora para Santa Catarina... Era o final dos anos 80. Não tínhamos computador e ninguém podia arcar com tantos interurbanos. Trocamos tantas cartas... :-)
E sempre tínhamos as férias.
Lembro de uma vez que minha mãe foi me buscar na escola e disse que tinha uma surpresa para mim. E, quando cheguei em casa, era minha prima que havia chegado ao Rio... Aquele era mesmo o melhor presente que eu podia ganhar. Sempre em Novembro. Todos os Natais felizes... Três meses de parceria. Três meses de novo como a vida deveria ter sido sempre...

No fim de janeiro, tudo acabava mais uma vez...
Mas aí, quando eu tinha uns 11 anos, mais ou menos, o meu mundinho se transformou de novo...
Lá em Santa Catarina, minha prima havia arrumado um namorado e estava... grávida!!! Na adolescência...

Foi o fim das férias de verão juntas.

Por essas coisas estranhas que a vida apronta com a gente, acabei perdendo o contato com ela. Há 15 anos ela veio rapidamente ao Rio, ficou na nossa casa. Mas, depois disso... nunca mais.

Até esta semana.

Na manhã de domingo o telefone lá de casa tocou. Bem, em geral só duas pessoas ligam lá para casa (e telemarketing, mas aí não conta)... Meu marido atendeu e me passou o telefone: "É a Sônia."

Hum? O quê? Sônia? Mas será possível? Não, deve ser outra pessoa... Consegui pensar tudo isso no intervalo entre pegar o telefone e dizer alô. Não era outra pessoa. Era ela. Minha prima. Minha primeira irmã... depois de tantos anos, ela conseguiu me encontrar.

Desde domingo vivo a ansiedade do dia de hoje.
Quantos anos pra pôr em dia.
Claro que não vai dar tempo. Mas, se eu puder, nunca mais perderei esse contato.

Hoje vamos comemorar o aniversário da minha mãe.
Não sei se é possível haver felicidade maior para ela, comemorar reunindo suas "três filhas".
:-)



quinta-feira, 27 de outubro de 2011

As coisas que não podemos evitar... (ou uma homenagem a uma Super Madrinha)

Uma das lições mais difíceis que as mães têm que aprender é que há coisas que não podemos evitar. É claro que ninguém quer que o filho sofra, mas nem sempre poderemos impedir. E as quedas também fazem parte do aprendizado, de uma vida saudável e equilibrada, não é?

Na terça-feira tocou meu telefone. Era da escola. Do outro lado uma voz doce disse que Arthur havia caído e batido a cabeça. Chegou a abrir e ele estava sendo levado para o hospital.

Eu já recebi alguns telefonemas da escola. E em absolutamente todas as vezes temi que ele tivesse se machucado e precisasse levar pontos, por isso sempre que falavam que era do Mopi eu já começava a torcer: é febre, é febre, é febre. Dessa vez não foi diferente. Durante todo o tempo em que ela se apresentava, falava que era da escola, eu só torcia, "é febre, é febre, é febre". Eu sei que parece estranho, afinal, quanto tempo pode demorar para dizer "Oi Rachel, aqui é a Adriana do Mopi" antes de chegar na parte do "é que o Arthur estava brincando e caiu"??? Uns três segundos? Mas, para as mães aflitas, parece uma eternidade.

E então ela disse: "É que o Arthur estava brincando e tropeçou, bateu com a cabeça na pia. Chegou a abrir e nós vamos levá-lo para o hospital."

E lá estava ela, na minha cara, a notícia que eu sempre temi ouvir.
Acho que é bom esclarecer algumas coisas neste ponto: eu nunca me cortei e precisei levar pontos, portanto não é nenhum tipo de trauma. Meu filho não é nenhum santinho, daqueles que ficam imóveis o tempo todo, mas também não é nenhuma peste que fica subindo e se jogando das coisas. Na verdade ele é um garoto bem tranquilão. E eu simplesmente não sei de onde vinha esse meu medo dos pontos.

Quando a temida notícia chegou, eu não tive condições de pensar em absolutamente nada. Simplesmente me levantei, peguei a bolsa e disse à minha chefe que estava indo pro hospital porque o Arthur tinha aberto a cabeça. Foi tudo muito rápido. Nessas horas acho que eu ajo primeiro e penso depois. Saí que nem uma flecha. Depois de um tempo (devem ter sido uns 30 segundos - daí vocês podem ver que, na hora do susto, essa coisa do tempo fica ultra-relativa), consegui pensar na coisa mais sensata a fazer: "minha prima é madrinha do Arthur, é pediatra, mora a uma quadra da escola e do Samci. E está de férias. Tenho que ligar pra ela."

É claro que uma mãe aflita jamais pensaria que a prima vai casar na sexta-feira e está cheia de coisas para resolver, não é??? O mais engraçado é que nem a prima/madrinha/pediatra (ou seria pediatra/madrinha/prima, ou, melhor, madrinha/prima/pediatra?) pensou nisso. Ela estava entrando no metrô para ir ao Centro da cidade e disse apenas: "Estou indo pra lá agora!"

Só depois de falar com ela pensei em avisar ao pai. Juro que não foi por falta de consideração. Eu só pensei primeiro na coisa mais prática. Quem está perto e pode nos ajudar? Depois aviso ao meu marido, que trabalha ali perto, mas naquele dia estava no Fundão.

Tudo estava encaminhado. Fui para o hospital, mas demorei um pouco a chegar (de Botafogo para a Tijuca tem trânsito em qualquer hora do dia!). Embora eu não estivesse desesperada, Tranquilidade mesmo só senti quando a Fernanda me ligou, dizendo que já estava com o Arthur, que ele estava calmo e que era um corte pequeno, só levaria dois pontos.

Quando eu cheguei lá, mal pude acreditar na cena: Arthur já estava suturado, quieto, tranquilo, no colo da dinda. Sem cara de choro. Sem manha. Nem se jogou para cima de mim quando me viu. Apenas me deu um beijo e ficou no colo dela. Ele estava se sentindo seguro!!!

A partir daquele momento todo o meu sentimento mudou. A aflição foi embora. Fui tomada por dois outros sentimentos.

O primeiro foi orgulho! Afinal, meu rapazinho se comportou muito bem. Só chorou na hora do acidente, mas logo parou. Foi para o hospital com a coordenadora e a psicóloga numa boa. Ficou com a dinda na maior tranquilidade. E tomou os pontos sem chorar. Só reclamou um pouco que estava doendo, mas não chorou, não mexeu a cabeça, não tentou parar a médica.

O outro sentimento foi gratidão! Aos profissionais do Mopi, tão atenciosos e dedicados. Tão gentis! E, acima de tudo, à minha prima. Eu sei que ela vai dizer que não há nada para agradecer, que era o Arthur precisando dela e que ela faria isso mesmo no dia do casamento. Prima, eu sei. Mas você terá seus filhos e vai entender. De todas as coisas que ela poderia fazer por mim, de todos os presentes que poderia me dar, aquele sem dúvida foi o maior. Estar tão disponível para ele. Segurar a mão dele na hora dos pontos. Ampará-lo quando estava com dor. E, o melhor de tudo, fazer com que ele se sentisse seguro, tranquilo. Ver a confiança que ele depositou nela encheu meu coração de uma ternura que nunca serei capaz de pôr em palavras. É claro que ele sempre gostou dela!!! (Aliás, esta é uma coisa que meu filho tem muito bem estabelecida: uma ótima relação e muita confiança nas pessoas mais importantes - vovôs, vovós, Di Renata, Di Fernanda...) Mas todos sabemos que crianças, quando se machucam, só querem a mãe. E lá estavam eles, afilhado e madrinha, numa sintonia perfeita.

Sabe o que é mais curioso? Na semana passada ela estava preocupada, dizendo que ele ia ficar triste com ela, que ia achá-la uma péssima madrinha, porque ela estava tão enrolada com as coisas do casamento que não tinha comprado o presente de dia das crianças dele...

Alguém aí acredita mesmo que ele vá pensar uma coisa dessas???


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Diário da dieta - A reta final

Deixei tudo se atrasar e acumular nesse relato...

Antes de eu começar a contar o que aconteceu no fim da minha dieta, gostaria de dizer MUITO, MUITO OBRIGADA a todas as moças lindas, amadas e amigas que estiveram comigo. Sem o apoio de vocês eu certamente teria desistido na primeira pizza que o Bernardo pediu. Eu teria comido antes da hora os bombons que ganhei (sim, eu cumpri minha promessa e só comi um! Dei os outros pro Bernardo e pro Arthur!). Não vou citar vocês pelos nomes, porque a gente sempre esquece alguém na hora de fazer essas listas e seria muito injusto! O que importa é que eu não vou me esquecer de cada recadinho que vocês me deixara, viu??? Com vocês foi muito mais fácil!

Os dias 14, 15, 16 e 17 passaram tão depressa!!!

Hoje, que já é o primeiro dia do segundo ciclo, a reta final do ciclo anterior está mais parecendo um grande borrão. Bem, as coisas que fiz certo parecem um borrão, porque, as que fiz errado, essas estão bem claras na minha mente.

Começou na sexta, o 16º dia. Era aniversário da minha prima. Fui na casa dela dar um beijinho, levar Arthur para ver a dinda, essas coisas... E aí que tinha pizza!!! (Vocês perceberam que a pizza me persegue, né???) E aí que eu NÃO COMI!!!!

Já estava feliz da vida, toda orgulhosa de mim, quando... chegou a hora do parabéns e minha prima saca da cozinha uma deliciosa torta de chocolate.

CONFESSO: FOI DEMAIS PARA MIM!!!!

Eu que estava havia 15 dias completamente limpa de doces, massas, etc., sucumbi. Porém, sucumbi com classe... Comi um pedaço bem pequeno. E sem direito a repeteco. Aquele tradicional pensamento: o segundo pedaço tem exatamente o mesmo gosto do primeiro! Difícil, porém não impossível.

No sábado foi o dia da preguiça. Dormimos, dormimos, dormimos...
Almocei meu estrogonofe light de atum e, no fim do dia, partimos para a festa de uma coleguinha do Arthur.
A noite de sábado em uma palavra: PERDIÇÃO!
Claro que não basta apenas ser uma festa infantil, né? Tem que ser uma festa infantil na casa com o melhor buffet que já provei... ai, ai...

Domingo foi meu dia de folga. Dia de comer todas as coisas deliciosas de que me privei o resto do tempo. Mas com moderação. Hahahah.
Ok. É um paradoxo, né? Por "moderação" eu quero dizer que nada de ficar comendo o dia inteiro. Comi o que mais gostava na hora das refeições e só. Sem exageros. Ou sem grandes exageros...

De qualquer forma, todo "dia livre" de dieta tem suas consequências, né? E a minha foi que hoje, no primeiro dia do segundo ciclo, a balança já deu sinalzinho de vida e subiu um pouquinho...

Não importa. Ainda estou contabilizando assim:
Dieta dos 17 dias, primeiro ciclo: menos 4kg.

Tem uma coisa que eu fiz errada no primeiro ciclo e preciso corrigir nos próximos: exercício físico.
Não tem como. Esses 4kg poderiam ter sido 5 ou quase 6 se eu tivesse me exercitado apropriadamente.

Mas nunca é tarde para começar.
Hoje depois do trabalho vou acertar as minhas contas com a academia. Preciso voltar.

É isso... a dieta funciona. É difícil, mas a gente se acostuma. E aqui vou eu, começar tudo outra vez.

De hoje até o dia 9/11. (Com um intervalo no dia 28/10, claro, para o casório da minha prima!)
Vamos comigo?


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Diário da dieta - Dia 13

Terça-feira, décimo terceiro dia de dieta.

O dia que me permiti mais pecados...
:-(

Na hora do almoço, já de saco cheio de saladinha, eu me permiti saladinha com quiche. Mas eu JURO que só comi o recheio. E, como não almocei sozinha, tenho testemunhas que podem depôr a meu favor.

Acontece que, antes de sair para o almoço, o dono da empresa encontrou a gente no corredor e, papo vai, papo vem, começamos a falar da dieta.

Veja bem, isso é perfeitamente natural no meu trabalho... porque: 1- O livro A dieta dos 17 dias foi lançado pela nossa editora; 2- Estávamos conversando ele, minha chefe, eu e mais duas colegas que também estão fazendo a dieta... Ou seja...

Bem, no meio do papo ele diz "espera, espera", corre na sala e traz um MONTE de barrinhas de gergelim. E faz a maior propaganda das barrinhas. Distribuiu pra gente. Guardei minhas barrinhas na bolsa.

Aí que mora o perigo.
Ontem saí tarde do trabalho. Com fome. Chovendo. Fiquei no trânsito. Aí saquei uma barrinha e comi. (Em Botafogo.) Quando estava chegando em casa, outro engarrafamento. Muito maior. Por causa do Guanabara. (Pergunta sem solução do universo: Por que no dia anterior e no dia posterior aos únicos feriados em que os mercados fecham todas as pessoas parecem desesperadas para fazer compras???) Aí eu não me aguentei e comi a outra barrinha.

O único problema é que, embora elas tivessem apenas 45kcal cada, tinham 4,5g de carboidratos. E era de noite. Hora do carboidrato proibido. Bem... para esse tipo de carboidrato, qualquer hora é proibida... Eu pequei! Mas, em compensação, não comi mais nada. E tomei meu chá verde noturno, para ver se aliviava a culpa.

Vocês me perdoam?

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Diário da dieta - dia 12

Vou começar o relato do dia de ontem contando uma coisa que aconteceu HOJE DE MANHÃ: a balança despencou!

Pois é... ontem cá estava eu, toda desanimada, pedindo apoio e carinho, porque a balança tinha dado uma emperrada. E eis que, com muito amor das amigas, Deus ouviu as preces que todas vocês fizeram por mim e hoje mandou um sinal. O número da balança despencou. Veja bem, eu não disse "caiu". Despencou 1,2kg. E agora estou com 3,7kg a menos. É ou não é maravilhoso???

Bem...
Ontem eu estava desanimada. Quase desistindo. Aí fui chamada para um evento no Hotel Pestana. Na verdade é uma promoção. Eles iam dar uma palestra sobre o plano de viagem deles, depois teria um jantar no restaurante do hotel e, por fim, ganharíamos alguns dias de hospedagem de cortesia. Fiquei na maior dúvida sobre ir ou não... Seria um jantar com o maridão, né? E um fim de semana de hotel...

Mas aí comecei a ouvir depoimentos de que é roubada, falei isso pro Bernardo e pronto. Ele não quis mais nem ouvir falar no assunto... Não fomos. O que salvou minha dieta. Porque, se eu tivesse ido, não teria resistido às tentações do jantar com sobremesa incluída, né?

Lição do dia: vale a pena esperar e perseverar.
(vamos ver até quando... heheheh)

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Diário da dieta - dias 9, 10 e 11

Fazer dieta não é moleza, não! Somos o tempo todo bombardeado de tentações e, quando a balança começa a emperrar, fica muito difícil de resistir.

Pois bem... começo esse relato dizendo isto: a balança emperrou!

Estou experimentando uma frustração muito grande. Mas, ok... acho que preciso aprender a lidar com ela também.

O que não diminui em nada o fato de eu começar a duvidar da justiça divina. E vocês vão entender por quê...

Sexta-feira, nono dia de dieta.
Tudo muito bem ao longo do dia. Mas, ao chegar em casa preparada para "me alimentar" (porque quem está de dieta não come, né? se alimenta) com uma sopinha, meu marido (lindo, fofo, te amo, muack!) declara: "Vou pedir uma pizza!"

Ele. Pediu. Uma. Pizza. Da. Domino's. Com. Coca-cola.

Fiquei furiosa. Fiquei magoada. Chorei escondido. E não estou exagerando. Gente, é sério!!! Acho a maior sacanagem meu marido abrir a porta de casa para o inimigo...
Mas ok. Eu fui forte. Depois que ele acabou a pizza e liberou a cozinha, fui lá e tomei a minha sopinha, me sentindo a mais light das criaturas.
Vocês acham que Deus viu???

Sábado, décimo dia.
Fomos a um barzinho. Me preparei toda para encarar a social. Jantei light em casa para ficar no mate ou ice tea light.
No bar, pedimos batata frita pro Arthur. Bernardo pediu um petisco de frango (grelhado) com molho madeira, mussarela e batata chips. Fiz pouco da batata e da mussarela e fiquei só no franguinho. E, mesmo assim, bem pouco, porque já tinha jantado antes.
Vocês acham que Deus viu???

Domingo, décimo primeiro dia.
Almoço com minha amiga. Escolhi o restaurante: Siri. Ah, gente, frutos do mar para poupar calorias.
Pedimos peixe ao molho de camarão. Com batata frita e arroz de brócolis para Bernardo, Lili e Arthur. Com brócolis cozidos e salada para mim.
Vocês acham que Deus viu???

Além disso, estou desde sexta-feira me matando de dançar no wii. Exercício, exercício, exercício... para o caso de ser isso que estava faltando.
E, gente... nada. A balança está lá... emperradinha.

Mas preciso confessar que ontem, depois de tanto sacrifício, me rendi a uma pequena tentação. Comi três biscoitos passatempo - não, não era recheado; era do simples mesmo.

Depois senti culpa. E fui me matar de dançar no wii...

Ai, gente... está difícil. Mas até sábado eu sigo nessa. Depois vou me dar o domingo de folga e, na segunda, mergulho de cabeça no segundo ciclo!
Torçam por mim e me mandem um pouco de amor. hahahahaha


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Diário da dieta - dias 6, 7 e 8

Atrasada com meu relato, mas aqui estou.

A dieta segue firme e forte e a balança continua descendo. :-)

Terça-feira, 11. Sexto dia.
Acho que foi um dos mais difíceis até aqui. Pela primeira vez eu passei a tarde inteira - eu disse A TARDE INTEIRA - pensando em chocolate, morango com fondue e muitas outras gulodices. Minha amiga do trabalho até me ofereceu um bombom.
Sabem o que eu fiz???
Agradeci a gentileza e recusei. Disse a ela que preferia me manter na linha e respeitar a dieta.
Sou linda ou não sou???

Meu sétimo dia de dieta foi quarta-feira, dia 12. Feriado. E não um feriado qualquer. Também era dia das crianças. Com direito a almoço na casa da mamãe.
Vocês têm ideia de como pode ser difícil se manter fiel à dieta nessas condições?
Mas eu fui forte mais uma vez!!!
Almocei só os legumes do cozido que minha mãe fez (os legumes permitidos! Nada de batata, abóbora, batata-doce, etc.) com um franguinho delicioso que ela preparou especialmente para mim! :-)
Depois do almoço, sobremesa! Sorvete de chocolate para todos. Quase todos. Para mim, só água.
De tarde, minha irmã sacou uma caixa de bombom do armário. E eu lá, impassível. Fui investigar a geladeira e encontrei uma garrafinha de corpus light de morango!!!
E eu sobrevivi ao dia das crianças todinho!

Ontem, quinta, meu oitavo dia.
Dia de ir ao cinema com o maridão.
Ele chegou ao shopping antes de mim e nos encontramos na... PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO!!!
Aí, claro, ele me perguntou se eu ia comer. E eu: "Sim. Frango com salada!" Ele decidiu lanchar no Subway e seguimos cada um para um lado. Ele comeu aquele sanduíche enorme na minha frente e eu lá, na saladinha...

Bem, depois de três dias de provação, agora acho que estou pronta pra enfrentar qualquer coisa!
Continuo firme e forte, rumo aos 17 dias.
:-)